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Canal Sustentável integra Rede de Monitoramento Cidadão

Editor do site, Deivid Souza, vai atuar em grupo estratégico de instituição que visa contribuir para melhoria da qualidade de vida em Goiânia

 

Um evento técnico marcou a formalização da Rede de Monitoramento Cidadão (RMC) Goiânia na manhã desta quinta-feira (30), na sede do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Goiânia. O Canal Sustentável é um dos parceiros da instituição.

O Grupo Executivo (GE), que compõe a primeira linha do organograma, é formado por representantes do setor produtivo, academia e sociedade civil. Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (ACIEG), Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) e Observatório Social (OS), que estão representados respectivamente por Allan Máximo de Holanda, Ms. Antônio Pasqualetto e Nathália Yoshimura. O Canal Sustentável, representado pelo editor Deivid Souza, vai integrar o Grupo Estratégico, juntamente com Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) e Sebrae.

A rede, como o Canal Sustentável adiantou no dia 22/3, é um dos eixos do Programa Cidades Emergentes e Sustentáveis do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e é composta por organizações da sociedade civil, iniciativa privada, meios de comunicação e academia, entre outros.

A instituição foi criada para qualificar o debate sobre qualidade de vida. A ideia é que ela produza indicadores para monitorar políticas públicas, acompanhar o desenvolvimento urbano e ainda proponha soluções para a cidade. Os indicadores tratam de diversos temas como mobilidade, trânsito, segurança pública e saúde, entre outros.

Assembleia define representantes da RMC Goiânia e delibera sobre estatuto
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Próximos passos

O coordenador nacional do projeto de implantação das Redes de Monitoramento, Fernando Penedo, disse estar contente com a resposta das instituições e afirmou que de agora em diante a Rede tem muito trabalho pela frente.

“Nós vamos agora construir um conjunto de indicadores para levantar os dados da cidade, e aliás, essa é uma pauta que já está acontecendo com 137 indicadores. Posteriormente, vamos abrir uma chamada pública à sociedade para quem quiser atuar nesse grupo de trabalho. A ideia é que até o meio do ano nós tenhamos os resultados apurados”, explica Penedo.

Desafio

Para o presidente eleito da RMC Goiânia, Allan Máximo de Holanda, a equipe de trabalho que foi montada está à altura dos desafios que terá pela frente. “É com extrema alegria e sabedor que teremos uma batalha grande pela frente para contribuir com os entes públicos e privados. A ajuda e necessária, é uma organização de organizações. Nós montamos um time muito competitivo e qualificado com as academias, setor produtivo e setor produtivo para as execuções desse projeto”, acredita o presidente.

A Rede que atuará em Goiânia e em outras quatro capitais brasileiras. Na América Latina e Caribe são 71 cidades aplicando a metodologia do BID.

A metodologia CES foi criada em 2010 e focada em cidades médias e de crescimento acelerado na América Latina e Caribe e, até o presente momento, já foi executada em 71 cidades do continente. Além de Goiânia, outras quatro capitais brasileiras sediarão as redes de monitoramento cidadão: Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Palmas (TO) e Vitória (ES), com apoio financeiro do Fundo Socioambiental da Caixa.

Foto: Polly de Castro

educares

Educares seleciona as melhores práticas

Instituições da sociedade civil, do setor privado e do poder público podem inscrever iniciativas até o dia 24 de abril

Iniciativas bem-sucedidas em gestão de resíduos sólidos ou de recursos hídricos, na área de comunicação ou educação ambiental, podem se inscrever no edital de seleção EducaRES de práticas de referência para serem destaque na plataforma.

Serão selecionadas e publicadas até 10 práticas por segmento, entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público, de acordo com critérios pré-definidos pela chamada pública. O edital é coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

As práticas selecionadas serão reconhecidas como “práticas de referência Educares” e terão destaque na plataforma virtual. Os selecionados terão as práticas recomendadas e disponibilizadas pelo ministério para compor materiais pedagógicos e técnicos de publicações e processos formativos presenciais e a distância produzidos pelo governo federal.

O que é

A plataforma virtual é parte integrante da Educares e consiste de uma infraestrutura tecnológica colaborativa e de código aberto para divulgar práticas em educação ambiental e comunicação social no contexto da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Atualmente, são 228 práticas inscritas na plataforma. O objetivo é difundir as alternativas que cada segmento vem buscando para implementar a PNRS, melhorando a qualidade dos ambientes urbano e rural, com foco na sustentabilidade ambiental, social e econômica. “O compartilhamento de conhecimentos entre entidades em situações similares permite que boas iniciativas se propaguem”, explica a analista ambiental Patrícia Barbosa, do Ministério do Meio Ambiente.

Clique aqui para acessar o edital aqui.

Do MMA

Eficiência energética

Brasília sedia  cursos de eficiência energética

Capacitação é voltada a profissionais de engenharia, arquitetura, direito, economia, administração e áreas relacionadas

Deivid Souza / Foto: MMA

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realiza, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), cursos para Certificação Internacional de Profissional em Medição e Verificação (CMVP) e para Guia de Medição e Verificação, ambos voltados à eficiência energética. As formações serão gratuitos e acontecem entre os dias 7 e 10 de fevereiro em Brasília. 

As capacitações são voltadas aos profissionais de engenharia, arquitetura, direito, economia, administração e áreas relacionadas.  O prazo para inscrição segue até o dia 20 de janeiro. O edital está disponível no site do MMA. Haverá processo seletivo entre os inscritos para realização do curso e os postulantes precisam apresentar documentos que comprovem formação e atuação profissional.

O curso para CMVP terá 28 horas de duração, incluindo o exame de certificação de quatro horas, e ocorrerá de 7 a 10 de fevereiro. Já o treinamento sobre o Guia de Medição e Verificação do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Aneel contará com um total de 24 horas de duração e será realizado entre 13 e 15 de fevereiro.

Professor Boniek Gontijo Vaz

Pesquisador goiano desenvolve testes rápidos para identificação de agrotóxicos em alimentos

Metodologia, além de mais rápida, também é mais eficiente

Pesquisa da Universidade Federal de Goiás (UFG), desenvolvida no Laboratório de Cromatografia e Espectrometria de Massas – LaCEM do Instituto de Química (IQ), é responsável por desenvolver metodologia mais ágil para análise qualitativa e quantitativa de resíduos de agroquímicos em alimentos. O estudo foi motivado por uma carência de métodos ultrarrápidos e inequívocos para detecção de resíduos em hortaliças, legumes e frutas, que são alimentos ingeridos, em sua maioria, na forma crua.

Duas metodologias desenvolvidas mostraram ser eficientes e atuam de forma super-rápida – a duração da análise é em torno de 30 segundos, explica o professor Boniek Gontijo Vaz, responsável pelo projeto. “Desenvolvemos duas abordagens de espectrometria de massas que consistem em realizar a análise diretamente sobre a amostra em poucos segundos. A própria amostra é o substrato para fazer a análise”, explica. Segundo o pesquisador, a espectrometria de massas é conjunto de recursos que permite identificar moléculas a partir da determinação da massa das mesmas.

Benefícios

Para o pesquisador, o estudo traz alguns benefícios práticos. Entre eles, está o fato de ser uma metodologia mais verde, por minimizar etapas de preparo de amostras. “Tradicionalmente, teríamos que fazer uma extração – macerar o alimento e adicionar solvente –, o que gera um gasto grande de solventes e impacta o meio ambiente de alguma maneira”, explica Boniek Vaz. Além disso, como a técnica é ultrarrápida, torna a metodologia mais eficiente permitindo a análise de mais amostras em menos tempo.

Metodologias
Os pesquisadores fizeram um estudo comparativo das duas metodologias de espectrometria de massas: paper spray ionization e leaf spray, no objeto de análise. O estudo resultou no artigo “Rapid screening of agrochemicals by paper spray ionization and leaf spray mass spectrometry: which technique is more appropriate?”, publicado no periódico britânico Analytical Methods, em agosto de 2016.

O método desenvolvido pelo professor e seus alunos é capaz de gerar resultados de forma bem mais simples. “Em espectrometria de massas, medimos as massas das moléculas e dos átomos em sua forma ionizada. É como se a espectrometria de massas fosse uma balança molecular”, fundamenta o professor.

Além do professor Boniek Vaz, integram o projeto de pesquisa alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado. E também contribuíram os professores Rodinei Augusti da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Wanderson Romão do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES).

Da redação com assessoria / Foto: Carlos Siqueira-UFG

 

bicicleta compartilhada

Bicicleta compartilhada funciona dia 20 em Goiânia

Serviço terá valores que variam entre R$ 5 e R$ 70 de acordo com o tipo de contratação. Primeira etapa terá 150 bikes

Deivid Souza / Foto: Divulgação

O sistema de bicicletas públicas compartilhadas de Goiânia começa a funcionar na próxima terça-feira (20). A inauguração do Projeto De Bike está prevista para as 9 horas, na Praça do Bandeirante, onde vai funcionar uma das estações (veja lista completa abaixo).

Para utilizar o serviço, o usuário precisa baixar o aplicativo DeBike ou acessar o site do serviço de mesmo nome, realizar o cadastro e escolher a forma de contratação (diária, mensal, semestral ou anual), depois é preciso selecionar o número da estação e da bicicleta desejada. “O veículo é automaticamente liberado e pronto para ser utilizado pelo período de 60 minutos em dias úteis e 90 minutos aos domingos e feriados”, esclarece o diretor técnico da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Sávio Afonso.

O modal deve ser devolvido no limite do horário estipulado, dependendo do dia da semana (1h ou 1h30) e, para próximo aluguel, é necessário esperar um intervalo de 15 minutos. O serviço vai funcionar entre 6h e 22h todos os dias. O valor a ser pago varia entre R$ 4 e R$ 70, dependendo do tipo de contratação. Se houver atraso na devolução da bicicleta o usuário terá de pagar uma multa de R$ 5.

A empresa Serttel Ltda venceu o edital de chamamento público lançado em agosto deste ano para implantação do sistema de bicicleta compartilhada na capital. O termo de autorização para o funcionamento do serviço de bicicleta compartilhada foi assinado em outubro.

Pesquisa

Dados da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) apontam que 4% dos moradores da capital utilizam a bicicleta para deslocamento. O índice é de 6% na Região Metropolitana de Goiânia. A malha cicloviária da capital é de aproximadamente 100 quilômetros.

 

Número e localização das estações
1. Paranaíba: Canteiro central da Avenida Goiás, próximo ao Mercado Aberto da Paranaíba, esquina com a Avenida Paranaíba
2. Bandeirante: Canteiro central da Avenida Goiás, em frente ao Monumento Bandeirante, esquina com a Avenida Anhanguera
3. Praça Universitária: Estacionamento no anel interno da Praça Universitária, próximo ao Museu da Pontifícia Universidade Católica de Goiás – esquina com a Avenida Universitária
4. Praça Cívica: Em frente ao Museu de Arte de Goiânia, esquina com a Avenida Universitária
5. Buritis: Alameda Buritis, em frente ao Bosque dos Buritis, esquina com a Rua Gercina Borges
6. Praça Tamandaré: Rua 07, oposto ao Banco Bradesco, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand
7. Lago das Rosas: Avenida Assis Chateaubriand, no canteiro central, oposto ao Posto Ipiranga, esquina com a Rua T-07
8. Unimed: Rua T-07, na Praça Gilson Alves de Souza, esquina com a Rua T-01
9. Praça do Sol: Rua R-09, na Praça do Sol, oposto ao Cartório Índio Artiaga, esquina com a Rua João de Abreu
10. Bougainville: Rua 09, em frente ao Shopping Bougainville, esquina com a Rua 36
11. Marista: Rua 15, oposto ao Centro de Diagnóstico em Radiologia, esquina com a Rua T-55
12. Areião: Avenida Americano do Brasil, em frente ao Parque Areião, esquina com a Rua 135
13. Ricardo Paranhos: Canteiro central da Alameda Ricardo Paranhos, oposto ao Restaurante Paim Grill, esquina com a Rua 1128
14. Vaca Brava: Parque Vaca Brava, na Avenida T-03, oposto à Galeria Pátio do Lago, esquina com a Avenida T-10
15. T-63: Rotatória da S-01, embaixo do Viaduto João Alves de Queiroz, próximo ao Posto Ale, esquina com a T-63

 

desmatamento

Desmatamento na Amazônia cresce 29% em 2016

Dados do INPE revelam que Pará, Mato Grosso e Rondônia lideram derrubada de vegetação

Deivid Souza

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgou nesta terça-feira (29) a estimativa de corte raso na Amazônia. De acordo com o instituto, o bioma perdeu 7.989 km² de vegetação entre agosto de 2015 julho de 2016, um acréscimo de 29% em relação ao período anterior.

A taxa é calculada por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), que é levantado com base em imagens do satélite Landsat (30 metros de resolução espacial e frequência de revisita de 16 dias) ou similares, numa combinação que busca minimizar a cobertura de nuvens, para registrar e quantificar os eventos de desmatamento com áreas maiores que 6,25 hectares.

O resultado foi criticado por membros de ONGs que tratam de defesa do meio ambiente e da sustentabilidade. “Esta é a resposta do setor privado à fragilidade da meta assumida no Acordo de Paris, segundo a qual o país aceita conviver com o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030. Se o Brasil estiver comprometido com a estabilização do aquecimento global em 1,5oC, como afirmou estar, precisará começar a discutir a sério o desmatamento zero na Amazônia e em todos os outros biomas”, pontuou o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl.

O INPE apurou que o estado com maior área desmatada foi o Pará com 3.025 km² de área derrubada. Ele foi seguido por Mato Grosso (1.508 km²) e Rondônia (1.394 km²).

O cálculo também faz um comparativo das áreas que derrubadas em relação ao ano anterior. O estado do Amazônas foi o que registrou o maior crescimento, 54%, atingindo uma área de 1.099 km², seguido por Acre e  Pará com taxas de 47% e 41% respectivamente. Os únicos estados que apresentaram redução no indicador foram Mato Grosso (6%) e Amapá (4%).

““Embora Mato Grosso tenha registrado uma pequena queda na taxa de desmatamento, o número ainda é muito alto, inaceitável, principalmente porque 95% do desmatamento no Estado é ilegal, segundo a própria Secretaria Estadual do Meio Ambiente”, disse o presidente do Conselho do nstituto Centro de Vida (ICV), Sérgio Guimarães.