Tag: LAZER

17 ODS

Conheça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A ONU divulgou vídeo sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

No dia 1º de janeiro de 2016, a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável entrou em vigor em todo o planeta. O documento contém 17 objetivos e 169 metas que deverão ser cumpridas pelos Estado-membros da ONU ao longo dos próximos 14 anos. Os compromissos assumidos pela comunidade internacional substituem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujo período de vigência se encerrou em 2015.

17 ODS

 

 

 

 

1 Erradicação da pobreza

2 Fome zero e agricultura sustentável

3 Saúde e bem-estar

4 Educação de qualidade

5 Igualdade de gênero

6 Água potável e saneamento

7 Energia limpa e acessível

8 Trabalho decente e crescimento econômico

9 Indústria, inovação e infraestrutura

10 Redução das desigualdades

11 Cidades e comunidades sustentáveis

12 Consumo e produção responsáveis

13 Ação contra a mudança climática global do clima

14 Vida na água

15 Vida terrestre

16 Paz, justiça e instituições eficazes

17 Parcerias e meios de implementação

Acesse lista completa de metas clicando aqui.

Assunto: Lagoa com Buriti e Serra do Espírito Santo ao fundo; 
Local: Parque Estadual do Jalapão, TO; 
Data: 10/2010; 
Autor: Palê Zuppani

ONU declara 2017 o Ano Internacional do Turismo Sustentável

Setor da economia responde por 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Turismo sustentável pode reduzir impacto ambiental

A Organização Mundial do Turismo (OMT), agência das Nações Unidas, declarou 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável. O principal objetivo é destacar o potencial do turismo para o desenvolvimento econômico sustentável, a geração de empregos, redução da pobreza, proteção ambiental, defesa do patrimônio cultural, entre outras estratégias.

Segundo as Nações Unidas, um em cada 11 empregos no mundo são gerados pelo turismo. Além disso, o setor responde por 7% das exportações mundiais e 10% do Produto Interno Bruto (PIB) global.

Com a declaração, a OMT pretende estimular a adoção de políticas públicas para o setor e promover o avanço da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que tem o fortalecimento do turismo entre suas metas. O anúncio oficial do Ano Internacional do Turismo Sustentável será no dia 18 de janeiro, durante uma feira em Madri.

Da Agência Brasil / Foto Marcelo Camargo-ABr

Bicicletas Volkswagen

Bicicletas Volkswagen já estão à venda no Brasil

Vendidas sob encomenda, os dois modelos já podem ser pedidos nas concessionárias da marca

A Volkswagen do Brasil lançou dois modelos de bicicleta. Disponível em duas versões, de aro 27.5″ e aro 29″, as bicicletas Volkswagen têm freio a disco, conjunto de câmbio e um quadro em alumínio hidroformado, desenvolvido pelos designers da marca, as quais trazem as linhas Volkswagen.

A versão aro 27.5” possui o câmbio Shimano Deore de 27 velocidades e está disponível na cor preta. Já a aro 29”, tem câmbio Shimano XT de 30 velocidades e está disponível na cor preto/azul.

“Nosso objetivo é oferecer aos clientes bicicletas exclusivas, com os atributos da marca Volkswagen: alta qualidade, inovação, robustez e paixão pelo detalhe. As bicicletas Volkswagen são perfeitas para pessoas que buscam uma opção divertida e aventureira de mobilidade e lazer”, diz Daniel Morroni, gerente executivo de Operações Comerciais de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil.

Compra

As compras podem ser feitas na rede de concessionárias da marca, mas só por encomenda. A marca não informou o valor das bikes.

Da assessoria da VW / Foto: Divulgação VW

 

Goiânia e florianópolis já têm sistema de bicicletas compartilhadas. Saiba mais: Goiânia, Florianópolis

rio

Rio de Janeiro é 1ª paisagem cultural urbana declarada Patrimônio Mundial da UNESCO

Título foi conferido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)

Da ONU / Foto: WikiCommons / KarlaFPaiva

Reconhecida como uma das cidades mais belas do mundo, o Rio de Janeiro encontra na relação entre homem e natureza a âncora para o seu título de primeira paisagem cultural urbana declarada Patrimônio Mundial, conferido de forma inédita pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Anteriormente, os sítios reconhecidos nessa tipologia eram relacionados a áreas rurais, sistemas agrícolas tradicionais, jardins históricos e outros locais de cunho simbólico. A cidade do Rio de Janeiro passou, em 1º de julho de 2012, a ser a primeira área urbana no mundo a ter reconhecido o valor universal da sua paisagem urbana.

Até o reconhecimento internacional, foram quatro anos de trabalho conjunto entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Ministério do Meio Ambiente e a Associação de Empreendedores Amigos da UNESCO, além dos governos estadual e municipal do Rio de Janeiro e parceiros privados e públicos, que criaram os Comitês Institucional e Técnico para a elaboração do dossiê de candidatura.

A entrega oficial do documento de inscrição do Rio de Janeiro na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO aconteceu na terça-feira (13), em cerimônia realizada aos pés do Cristo Redentor, no Corcovado, com a presença da presidente do IPHAN, Kátia Bogéa, do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, da coordenadora de Cultura da UNESCO no Brasil, Patrícia Reis, além de representante do governo do estado.

De acordo com a presidente do IPHAN, Kátia Bogéa, o título trouxe ao cenário nacional e internacional o desafio de construir novos parâmetros para as políticas de patrimônio com vistas à proteção e à gestão de um bem tão peculiar e com característica singular em todo o mundo.

O representante da UNESCO no Brasil, Lucien Muñoz, ressalta que, assim como foi o reconhecimento de Brasília há 30 anos, o título do Rio de Janeiro também foi inovador. Para ele, a convivência da cidade maravilhosa com sua rica paisagem natural indica desafios permanentes para assegurar a perenidade dos atributos únicos que levaram a cidade a ser inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.

Entre os principais elementos que tornaram excepcional e maravilhosa a cidade que nasceu e cresceu entre o mar e a montanha, estão o Pão de Açúcar, o Corcovado, a Floresta da Tijuca, o Aterro do Flamengo, o Jardim Botânico e a famosa praia de Copacabana, além da entrada da Baía de Guanabara. As belezas cariocas incluem o Forte e o Morro do Leme, o Forte de Copacabana e o Arpoador, o Parque do Flamengo e a enseada de Botafogo, entre outros elementos.

Plano gestor do patrimônio mundial

A cidade terá o Plano de Gestão do Sítio “Rio de Janeiro, Paisagens Cariocas, entre a Montanha e o Mar”, que foi aprovado no ano passado na Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, em Bonn, na Alemanha. O documento tem como princípio a gestão integrada entre os órgãos e agentes de preservação da cultura e da natureza.

bicicleta compartilhada

Bicicleta compartilhada funciona dia 20 em Goiânia

Serviço terá valores que variam entre R$ 5 e R$ 70 de acordo com o tipo de contratação. Primeira etapa terá 150 bikes

Deivid Souza / Foto: Divulgação

O sistema de bicicletas públicas compartilhadas de Goiânia começa a funcionar na próxima terça-feira (20). A inauguração do Projeto De Bike está prevista para as 9 horas, na Praça do Bandeirante, onde vai funcionar uma das estações (veja lista completa abaixo).

Para utilizar o serviço, o usuário precisa baixar o aplicativo DeBike ou acessar o site do serviço de mesmo nome, realizar o cadastro e escolher a forma de contratação (diária, mensal, semestral ou anual), depois é preciso selecionar o número da estação e da bicicleta desejada. “O veículo é automaticamente liberado e pronto para ser utilizado pelo período de 60 minutos em dias úteis e 90 minutos aos domingos e feriados”, esclarece o diretor técnico da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Sávio Afonso.

O modal deve ser devolvido no limite do horário estipulado, dependendo do dia da semana (1h ou 1h30) e, para próximo aluguel, é necessário esperar um intervalo de 15 minutos. O serviço vai funcionar entre 6h e 22h todos os dias. O valor a ser pago varia entre R$ 4 e R$ 70, dependendo do tipo de contratação. Se houver atraso na devolução da bicicleta o usuário terá de pagar uma multa de R$ 5.

A empresa Serttel Ltda venceu o edital de chamamento público lançado em agosto deste ano para implantação do sistema de bicicleta compartilhada na capital. O termo de autorização para o funcionamento do serviço de bicicleta compartilhada foi assinado em outubro.

Pesquisa

Dados da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) apontam que 4% dos moradores da capital utilizam a bicicleta para deslocamento. O índice é de 6% na Região Metropolitana de Goiânia. A malha cicloviária da capital é de aproximadamente 100 quilômetros.

 

Número e localização das estações
1. Paranaíba: Canteiro central da Avenida Goiás, próximo ao Mercado Aberto da Paranaíba, esquina com a Avenida Paranaíba
2. Bandeirante: Canteiro central da Avenida Goiás, em frente ao Monumento Bandeirante, esquina com a Avenida Anhanguera
3. Praça Universitária: Estacionamento no anel interno da Praça Universitária, próximo ao Museu da Pontifícia Universidade Católica de Goiás – esquina com a Avenida Universitária
4. Praça Cívica: Em frente ao Museu de Arte de Goiânia, esquina com a Avenida Universitária
5. Buritis: Alameda Buritis, em frente ao Bosque dos Buritis, esquina com a Rua Gercina Borges
6. Praça Tamandaré: Rua 07, oposto ao Banco Bradesco, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand
7. Lago das Rosas: Avenida Assis Chateaubriand, no canteiro central, oposto ao Posto Ipiranga, esquina com a Rua T-07
8. Unimed: Rua T-07, na Praça Gilson Alves de Souza, esquina com a Rua T-01
9. Praça do Sol: Rua R-09, na Praça do Sol, oposto ao Cartório Índio Artiaga, esquina com a Rua João de Abreu
10. Bougainville: Rua 09, em frente ao Shopping Bougainville, esquina com a Rua 36
11. Marista: Rua 15, oposto ao Centro de Diagnóstico em Radiologia, esquina com a Rua T-55
12. Areião: Avenida Americano do Brasil, em frente ao Parque Areião, esquina com a Rua 135
13. Ricardo Paranhos: Canteiro central da Alameda Ricardo Paranhos, oposto ao Restaurante Paim Grill, esquina com a Rua 1128
14. Vaca Brava: Parque Vaca Brava, na Avenida T-03, oposto à Galeria Pátio do Lago, esquina com a Avenida T-10
15. T-63: Rotatória da S-01, embaixo do Viaduto João Alves de Queiroz, próximo ao Posto Ale, esquina com a T-63

 

Chapada

Governo de Goiás propõe ampliação reduzida da Chapada

Ministério do Meio Ambiente quer área da Chapada acrescida em 170 mil hectares, mas estado sugere 90 mil hectares

Deivid Souza / Foto: Divulgação Secima

O Governo de Goiás vai encaminhar ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) uma proposta de ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros em 90 mil hectares, aquém da intenção do Ministério, que quer restituir a área do local para 235 mil hectares. Atualmente, o tamanho do Parque é de 65 mil hectares. Com o adicional sugerido pelo Governo de Goiás, não alcançaria a meta do MMA.

A ampliação reduzida da Chapada é justificada pelo titular da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), Vilmar Rocha, por conta de 90 propriedades rurais que possuem pendências na regularização fundiária.

“A nossa preocupação é somente de respeitar as condições legais e não cometer injustiças com essas pessoas que estão lá na região há décadas. Por isso, deixamos de fora, nesse primeiro momento, as áreas não regularizadas”, explica Rocha.

A dimensão da proposta para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros foi acertada com o governador Marconi Perillo em reunião nesta terça-feira (29), em Goiânia. Um estudo elaborado pela Secima em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SED) e a secretaria-executiva do Conselho Estadual de Meio Ambiente apurou que a proposta do MMA – uma ampliação de 170 mil hectares – atingirá cerca de 500 propriedades rurais, desde assentamentos até grandes fazendas, com terras devolutas.

Futuro

O secretário afirma que o Estado tem interesse em regularizar as terras e diz ser possível uma nova ampliação do Parque futuramente. “Essa regularização é um problema legal que só o Estado pode resolver e é isso que queremos”, esclarece Rocha.

Em julho deste ano o MMA anunciou a ampliação do Parque para 235 mil hectares e o Governo de Goiás disse concordar com a proposta. À época, este pediu 60 dias para efetuar as regularizações fundiárias, no entanto, passado esse período, o governo solicitou novo prazo de 180 dias.

A decisão do MMA em restabelecer a área do Parque se dá porque a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), ameaçava retirar o título de Patrimônio Natural da Humanidade ao Parque, concedido ao espaço em 2001, quando este tinha os 235 mil hectares.

Histórico

O Parque foi criado em 1961 e está localizado na Região Nordeste de Goiás, entre os municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e Colinas do Sul. Na época de criação, o então Parque Nacional do Tocantins tinha área de 625 mil hectares. Em 1972 a área foi reduzida para pouco mais de 65 mil hectares e foi rebatizado para o nome atual. Em 2001, tinha os 235 mil hectares, mas posteriormente a área foi suprimida para 65 mil hectares mais uma vez.