Tag: PARQUE

meia-maratona-cataratas

Abertas inscrições para Meia Maratona das Cataratas

Uma das corridas de rua mais queridas e tradicionais do Brasil, que recebe milhares de participantes de diversos locais do País e conta também com a presença de muitos estrangeiros, todos amantes do esporte e da natureza, a 10ª Meia Maratona das Cataratas está com inscrições. Elas podem ser feitas até o dia 26 (Veja abaixo).

Somado ao desafio esportivo, a meia maratona do Parque Nacional do Iguaçu busca promover a integração das pessoas com as áreas naturais e despertar a importância para a conservação da biodiversidade.

A décima edição do evento, em 4 de junho, fará parte das atividades da unidade de conservação federal em comemoração à Semana Mundial do Meio Ambiente.

Este ano, a meia maratona oferece aos participantes uma novidade: o percurso de 8 quilômetros, além dos tradicionais 21 quilômetros. A ideia é possibilitar que mais pessoas, mesmo que seja para uma leve caminhada com os amigos, também possam participar deste grande evento ecoesportivo e curtir um momento mágico junto com a natureza.

Serviço:

. Para mais informações e inscrição no evento, clique aqui

. Saiba mais sobre o Parque Nacional do Iguaçu

Do ICMBio / Foto: Divulgação

abelhas

Curitiba vai espalhar abelhas na cidade

Parques serão primeiros pontos a receber proeje que visa recompor polinização natural. Iniciativa também inclui conscientização ambiental

A Prefeitura de Curitiba desenvolve um projeto para implantação dos chamados Jardins do Mel em 15 parques da capital e a produção de materiais didáticos para as crianças da rede municipal de ensino. O professor doutor Felipe Thiago de Jesus, idealizador do projeto, apresentou ao prefeito, Rafael Greca, na terça-feira (10), o jogo didático que desenvolveu com o sócio, Meia Fabri.

Os Jardins do Mel devem ser instalados nos parques com distância aproximada de dois quilômetros entre um ponto e outro, de maneira que a autonomia de voo das abelhas cubra a área atendida pelas estações. “Assim, a maior parte do território da cidade será polinizada de maneira natural e, com isso, teremos mais flores e mais frutas em Curitiba”, afirmou o prefeito Greca.

“A ideia da Prefeitura é criar um grande programa de polinização da cidade e de difusão do conhecimento da importância da correção ambiental”, explicou Greca. A ideia é utilizar abelhas que não ofereçam risco às pessoas, ou seja, espécies nativas com ferrão atrofiado.

Da Redação com Prefeitura de Curituba / Foto: Pedro Ribas/SMCS

band-mma

Band firma parceria com MMA

Medida tem o objetivo de promover a conscientização sobre importância de preservar redutos ambientais

O Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Band de Apoio à cultura, educação, sustentabilidade, filantropia e beneficência vão atuar em parceria para promover ações de conservação, utilização e manejo em unidades de conservação (UCs) em todo o Brasil, por meio do Projeto Preserve e Abrace o que é Nosso.

O protocolo de intenções foi assinado nesta segunda-feira (10/04), na sede do Grupo Bandeirantes de Comunicação, em São Paulo, pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ricardo Soavinski, o presidente do Grupo Bandeirantes, João Carlos Saad, e a diretora-presidente do Instituto Band, Márcia Saad.

Com a iniciativa, o MMA e o Instituto Band buscam promover uma maior conscientização sobre a importância das UCs, por meio de ações de divulgação e promoção pelo Instituto Band, e pelas empresas e plataformas de mídia da Rede Band de Comunicação. “Essa parceria é muito importante”, avaliou o ministro. “As UCs existem para manter partes importantes dos biomas, por isso fortalecer os parques nacionais ajuda na educação ambiental”, exemplificou.

Programação

O ministro ressaltou que, para garantir a conservação dos biomas, é necessário estimular o desenvolvimento sustentável no país. “O que resolve é dar alternativas econômicas que valorizem a floresta”, defendeu Sarney Filho. Entre elas, o ministro citou as concessões florestais e as atividades desenvolvidas nas reservas extrativistas do país.

Até o final do ano os veículos de comunicação do grupo vão exibir matérias especiais e pílulas (programetes de 30 segundos) sobre os seguintes parques nacionais: Serra da Capivara (PI); Aparados da Serra e Serra Geral (divisa dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina); Cavernas do Peruaçu (MG); e Fernando de Noronha (PE).

A ação permitirá uma mudança de cultura nas unidades de conservação contempladas. “Temos que despertar o sentimento de pertencimento nesses parques”, definiu Soavinski. O presidente do ICMBio destacou a importância dos freqüentadores desses espaços. “Os visitantes têm uma experiência de vida, lazer e recreação para sua família e mudam sua concepção quando começam a interagir com o lugar”, explicou.

Também estão previstos o fortalecimento da missão de órgãos governamentais e entidades do terceiro setor comprometidos com as causas ambientais; o desenvolvimento do ecoturismo e a busca de novos modelos de desenvolvimento sustentável.

Do MMA / Foto: MMA

Assunto: Lagoa com Buriti e Serra do Espírito Santo ao fundo; 
Local: Parque Estadual do Jalapão, TO; 
Data: 10/2010; 
Autor: Palê Zuppani

ONU declara 2017 o Ano Internacional do Turismo Sustentável

Setor da economia responde por 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Turismo sustentável pode reduzir impacto ambiental

A Organização Mundial do Turismo (OMT), agência das Nações Unidas, declarou 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável. O principal objetivo é destacar o potencial do turismo para o desenvolvimento econômico sustentável, a geração de empregos, redução da pobreza, proteção ambiental, defesa do patrimônio cultural, entre outras estratégias.

Segundo as Nações Unidas, um em cada 11 empregos no mundo são gerados pelo turismo. Além disso, o setor responde por 7% das exportações mundiais e 10% do Produto Interno Bruto (PIB) global.

Com a declaração, a OMT pretende estimular a adoção de políticas públicas para o setor e promover o avanço da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que tem o fortalecimento do turismo entre suas metas. O anúncio oficial do Ano Internacional do Turismo Sustentável será no dia 18 de janeiro, durante uma feira em Madri.

Da Agência Brasil / Foto Marcelo Camargo-ABr

desmatamento

Multas por desmatamento somam R$ 1,7 bilhão na Amazônia em 2016

Infrações incluem crimes como desmatamento, exploração ilegal de madeira, transporte ilegal de madeira e fraude no sistema

Os dez maiores multados por destruir a Amazônia entre agosto de 2015 e julho 2016 acumularam mais de R$ 260 milhões em penalidades e a maior parte dessas multas não são pagas, segundo a Ong Greenpeace. No mesmo período, como mostrou estimativas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), houve aumento de 29% do desmatamento na região.

O valor total das multas ambientais aplicadas nos estados da Amazônia Legal no período foi R$ 1,7 bilhão. As multas incluem crimes como desmatamento, exploração ilegal de madeira, transporte ilegal de madeira e fraude no sistema.

“A questão é que, muitas vezes, o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] vai até lá, aplica a multa, [mas] o problema é que a maioria dessas multas não são pagas. A pessoa que desmatou ilegalmente recebe uma multa, mas muitas vezes ela não vai sofrer nenhuma consequência com isso, é o que chamamos de impunidade”, disse Cristiane Mazzetti, da campanha de Amazônia do Greenpeace.

Segundo a especialista do Greenpeace, o país perde com o não pagamento das multas. “Olha o recurso gigantesco que o Brasil está perdendo, é um recurso que ele poderia ser investido em atividades que mantém a floresta em pé, na implementação de unidades de conservação, em atividades que garantam o fim do desmatamento, então são diversas outras atividades que poderiam se beneficiar desse recurso”

A análise do Greenpeace indicou também que cerca de 15% do desmatamento ocorreu em áreas protegidas, que inclui unidades de Conservação  e Terras Indígenas (TI). Segundo a organização não governamental, o desmatamento ocorre nas unidades de Conservação devido à falta de implementação e gestão, deixando essas áreas expostas a apropriações indevidas, desmatamento, exploração ilegal de madeira e outros crimes ambientais.

“Esse [criação de áreas protegidas] é um método bem eficaz. Embora tenha uma quantidade de desmatamento dentro dessas áreas, as unidades de conservação e terras indígenas foram muito importantes no contexto da diminuição do desmatamento no Brasil, que foi ali entre 2005 e 2012”, disse a representante do Greenpeace.

Ibama

De acordo com o coordenador de Cobrança e Controle de Créditos Administrativos do Ibama, Halisson Peixoto Barreto, o órgão está modernizando a área de cobrança para conseguir julgar os processos das infrações ambientais com mais velocidade.

“O último levantamento que fizemos com relação a um período mais curto, esse intervalo é de 2011 a 2015, o percentual de arrecadação é de 8,7% no Brasil todo, envolvendo todas as infrações ambientais”, disse.

O coordenador do Ibama disse que é preciso dissociar o percentual de arrecadação com multas e a eficiência do órgão, porque existe todo um procedimento anterior de aplicação de sanção, que é a aplicação de medidas cautelares. Ele disse que, dos 100 mil processos históricos de multa que ainda restavam pendentes no Ibama, 24% foram julgados (administrativamente pelo Ibama) neste ano.

Procedimentos

Após a conclusão do processo administrativo em duas instâncias no Ibama, em que o infrator tem a possibilidade de recorrer na primeira instância, há ainda a possibilidade do pagamento não ser feito e de se recorrer à Justiça, que é um processo mais demorado. “Depois que concluímos o julgamento, sai da nossa gestão. Se a pessoa não pagou, sai da nossa gestão. Aí tem um órgão jurídico que vai promover a ação competente para cobrar o débito”, disse o coordenador do Ibama.

Segundo Barreto, junto com a multa, o Ibama aplica medidas cautelares, que são efetivas para controlar o desmatamento, como embargo e apreensão de bens. “São as medidas econômicas de embargo e suspensão de atividade, interdição de atividade, apreensão de bens utilizados no cometimento da infração. Isso tudo impede que o produtor rural tenha acesso a crédito rural e aí vamos descapitalizando o criminoso”. O embargo dura enquanto não for comprovada a regularidade ambiental do produtor rural.

desmatamento

Na avaliação de Barreto, um dos fatores que faz com que o índice de pagamento das multas seja baixo é que as multas ambientais têm valores elevados. “O propósito realmente do legislador e da União, quando regulamentaram a aplicação das multas ambientais, é de fato dissuadir o comportamento criminoso, esse é o propósito da multa. Ela é colocada em um patamar razoavelmente elevado para impedir que um dano ambiental ocorra, para evitar que uma infração ocorra”, disse.

Em relação à arrecadação de recursos para investimento em políticas ambientais, o coordenador de Cobrança do Ibama diz que não há uma vinculação direta e que o valor da multa não vai diretamente para a fiscalização do Ibama e o que é recolhido aos cofres da União. Atualmente o Ibama tem um orçamento anual estabelecido pelo governo federal e é esta quantia que deve ser executada ao longo do ano, independentemente de uma maior arrecadação com multas.

“O orçamento do Ibama hoje tem um montante específico e a nossa arrecadação é bem superior a esse orçamento”, disse Barreto. Para o coordenador, é preciso pensar na melhoria e no aumento do orçamento do instituto, aumentar sua capacidade de execução para melhor executar as ações do órgão, sobretudo de fiscalização.

Da Agência Brasil / Fotos Arquivo ABr

Bicicletas Volkswagen

Bicicletas Volkswagen já estão à venda no Brasil

Vendidas sob encomenda, os dois modelos já podem ser pedidos nas concessionárias da marca

A Volkswagen do Brasil lançou dois modelos de bicicleta. Disponível em duas versões, de aro 27.5″ e aro 29″, as bicicletas Volkswagen têm freio a disco, conjunto de câmbio e um quadro em alumínio hidroformado, desenvolvido pelos designers da marca, as quais trazem as linhas Volkswagen.

A versão aro 27.5” possui o câmbio Shimano Deore de 27 velocidades e está disponível na cor preta. Já a aro 29”, tem câmbio Shimano XT de 30 velocidades e está disponível na cor preto/azul.

“Nosso objetivo é oferecer aos clientes bicicletas exclusivas, com os atributos da marca Volkswagen: alta qualidade, inovação, robustez e paixão pelo detalhe. As bicicletas Volkswagen são perfeitas para pessoas que buscam uma opção divertida e aventureira de mobilidade e lazer”, diz Daniel Morroni, gerente executivo de Operações Comerciais de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil.

Compra

As compras podem ser feitas na rede de concessionárias da marca, mas só por encomenda. A marca não informou o valor das bikes.

Da assessoria da VW / Foto: Divulgação VW

 

Goiânia e florianópolis já têm sistema de bicicletas compartilhadas. Saiba mais: Goiânia, Florianópolis