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Fiocruz pesquisa efeito de mudanças climáticas na Região Amazônica

Foco de estudo é descobrir como municípios serão afetados por fenômeno

 

A região Nordeste do estado do Amazonas poderá apresentar um aumento de 5°C graus na temperatura e uma redução de até 25% no volume de chuvas nos próximos 25 anos como efeito das mudanças climáticas. Esta informação faz parte de uma pesquisa inédita para a região Norte do país, que identificou a vulnerabilidade à mudança do clima em 62 municípios localizados na região Amazônica. Coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o estudo é uma das atividades realizadas no âmbito do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima, feito em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.

Os resultados da pesquisa foram compartilhados durante o Seminário Indicadores de Vulnerabilidade à Mudança do Clima, que aconteceu em setembro, em Manaus. Para o coordenador do projeto, Ulisses Confalonieri, a iniciativa permitirá à gestão estadual avaliar, por meio de mapas e gráficos, qual parte do território está mais e menos vulnerável às alterações do clima e os mais aptos a se recuperarem de possíveis impactos climáticos. “Além do Amazonas, mais cinco estados estão sendo avaliados: Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e Pernambuco. Também foi desenvolvida uma ferramenta, um software, para mensurar a vulnerabilidade humana às mudanças climáticas, conforme cada município”, destaca o pesquisador.

Dias mais secos e mais quentes

A pesquisa feita sobre os municípios amazonenses indica que a região Nordeste do estado poderá ser a mais afetada em relação ao número de dias secos consecutivos no ano, índice chamado de CDD. Na cidade de Nhamundá, por exemplo, o aumento no número de dias seguidos sem chuva poderá chegar a 36%. O Vale do Javari e o sul do Amazonas, representados respectivamente por Atalaia do Norte e Boca do Acre, poderão apresentar uma elevação acima dos 20% para os períodos de estiagem.

Em relação à temperatura máxima, Manaus e a região metropolitana poderão apresentar uma elevação acima dos 4°C para os próximos 25 anos. A previsão para o Sul do estado é um aumento de 5°C, com destaque para os municípios de Lábrea e Boca do Acre.

Método diferenciado

Para a realização da pesquisa são consideradas informações de cada município referentes à preservação ambiental, a dados sobre a população, como saúde e condições socioeconômicas e a ocorrência de fenômenos extremos, a exemplo de tempestades e doenças relacionadas ao clima, entre elas, malária e leishmaniose tegumentar. Por meio do cruzamento e análise desses dados, é possível calcular o Índice Municipal de Vulnerabilidade (IMV).

O cálculo da vulnerabilidade dos municípios é associado a três elementos – exposição, sensibilidade e capacidade de adaptação da população, considerando dois cenários de clima futuro: um com redução nas emissões de gases do efeito estufa e menor aquecimento global, e outro que considera o aumento contínuo dessas emissões com maior impacto no clima.

No Amazonas, as previsões indicaram que os municípios mais expostos à mudança do clima foram Careio da Várzea e Parintins, além da região metropolitana de Manaus, em virtude de desmatamentos, variações bruscas de temperatura e poluição. Em relação à sensibilidade, que indica a intensidade com a qual os municípios são suscetíveis aos impactos do clima, parte da região Centro-Sul com destaque para a cidade de Tapauá e o Vale do Javari, representado por Atalaia do Norte, foram os mais vulneráveis.

A pesquisa mostrou que municípios da região nordeste do estado, como Manaus e Presidente Figueiredo foram considerados os mais adaptados para lidar com as mudanças clima, devido à existência de infraestrutura de saúde, como leitos hospitalares, plano de contingência de desastres e presença da Defesa civil. A região do Vale do Rio Negro, representada por Santa Isabel do Rio Negro seria a cidade menos adaptada.

Possíveis impactos na Região Amazônica

As projeções feitas no estudo indicam consequências diretas na região amazônica. Os impactos futuros do clima apontam uma possível diminuição da biodiversidade, em virtude das alterações no ciclo reprodutivo de plantas e animais. Outro efeito importante seria o processo de savanização da floresta amazônica, devido ao aumento da temperatura.

As mudanças do clima também podem provocar transformações em fenômenos naturais recorrentes na floresta amazônica, como o período das cheias dos rios. Por causa das alterações no volume de chuvas e elevação da temperatura, podem ocorrer eventos extremos, como secas e inundações. Estes fenômenos climáticos poderiam impactar a irrigação, a perda do potencial de pesca e a redução da produção agrícola, afetando diretamente a segurança alimentar das populações que vivem nessa região.

 

Da Fiocruz

 

CC

Brasil busca desenvolvimento de energia solar inovadora

Sistema permite uso noturno. Projeto é resultado de trabalho conjunto entre brasileiros e alemães

Um sistema de energia solar inédito no Brasil, que está sendo estudado como alternativa às hidrelétricas, pode ser implantado no semiárido pernambucano, no município de Petrolina, a partir do ano que vem. Com a ajuda de um instituto alemão, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e a Universidade Federal do Ceará (UFC) pretendem construir um projeto-piloto na cidade para testar a tecnologia heliotérmica que, ao contrário dos equipamentos solares já usados no país, pode armanezar energia para ser usada, inclusive à noite.

A geração de energia heliotérmica usa o sol como fonte indireta de eletricidade. Ela funciona com um conjunto de captadores espelhados, distribuídos em uma área plana. Os espelhos se movimentam de acordo com a posição do sol e refletem os raios para uma torre – chamada de torre solar -, onde o calor é armazenado e transformado em energia. Ela é diferente da geração de energia solar fotovoltaica, já explorada no Brasil, que não é capaz de guardar o calor produzido.

“No caso dos fotovoltaicos, você teria que ter um sistema de baterias bem caro e complexo para operar. Com o armazenamento térmico é bem mais viável que a energia fique guardada em forma de calor para, no momento em que for necessária, ela ser acionada, inclusive à noite”, explica o professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenador do Laboratório de Energia Solar e Gás Natural da instituição, Paulo Alexandre Rocha.

A inviabilidade de armazenamento da energia produzida pelos painéis fotovoltaicos deu a esse sistema a classificação de forma secundária de energia, usada para complementar a matriz energética brasileira. “A fotovoltaica tem limite de aleatoriedade. Se não tiver sol ela para, então sempre tem que ter a hidrelétrica dando suporte como complementação. No caso da eólica, é muito similar. Se você não tem vento, precisa acionar turbinas da hidrelétrica para compensar a baixa produção. Já com o sistema de armazenamento térmico, as turbinas seriam acionadas em caso extremo”, informa o pesquisador.

As hidrelétricas, capazes de armazenar energia, são geradoras de 65% da eletricidade do País, de acordo com o Balanço Energético Nacional 2015, do Ministério de Minas e Energia. A intenção é mudar esse quadro, argumenta o assessor de Planejamento Estratégico da Chesf, Benedito Parente. “À medida que os recursos hídricos estão exíguos e deficitários, e até por uma questão de hidrologia estão com pouca água, se faz necessário que rapidamente a gente encontre outra alternativa para armazenamento de blocos de energia”.

Localizada no meio do semiárido nordestino, Petrolina foi escolhida pela intensidade solar acentuada, de acordo com Benedito Parente. “A maioria do território brasileiro tem vocação, mas o semiárido tem ainda mais”, reforça. Para ele, a energia solar heliotérmica é “uma grande esperança para a produção enérgetica do futuro, uma das mais atraentes”. O projeto terá tamanho reduzido, compatível com um projeto de pesquisa, mas a intenção da Chesf, segundo o assessor, é descobrir meios de produzir a tecnologia em larga escala.

Ar no lugar de fluidos

Outro ponto considerado inovador pelo coordenador do Laboratório de Energia Solar da UFC é uma variação no mecanismo de captação de calor da torre. Enquanto iniciativas de outras regiões do mundo operam essa etapa com sal fundido, a tecnologia escolhida pelos cientistas usa o ar. O nome do sistema é “receptor volumétrico aberto”, diz o professor Paulo Rocha.

“Com isso, a gente não se preocupa com grandes vazamentos. Em sistemas que usam sal fundido, às vezes você tem esse problema, porque está trabalhando com grandes variações de temperatura em tubulações onde passa um fluido líquido pressurizado”, explica o acadêmico.

Esse receptor é usado em uma usina heliotérmica piloto, construída na Alemanha pelo Instituto solar de Jülich (SIJ), parceira da Chesf e da UFC no desenvolvimento da torre solar de Petrolina, que deve ser semelhante ao modelo implantado na cidade alemã. A empresa alemã Kraftanlagen München GmbH fornecerá a tecnologia necessária.

Para que a ideia seja concretizada, o grupo tenta conseguir os recursos – cerca de R$ 45 milhões – com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da chamada pública nº19/2015 – Desenvolvimento de Tecnologia Nacional de Geração Heliotérmica de Energia Elétrica – do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica. Segundo Benedito Parente, o prazo para receber uma resposta da agência é de até 60 dias.

Em agosto, a proposta passou por adequações a pedido da Aneel. Caso seja aprovada, começará em 2017 e será desenvolvida em 40 meses – ou três anos e meio. O estudo deve dar mais detalhes em relação ao armazenamento da energia: qual a capacidade, por quanto tempo ela pode ser “guardada”. Os autores da iniciativa também esperam descobrir a viabilidade econômica da tecnologia, ou seja, qual o custo-benefício do equipamento.

Sistema contra perda energética

O projeto de construção da torre solar não previa inicialmente a etapa de geração da energia, mas a Aneel exigiu que essa parte fosse incluída na proposta. O professor Paulo Rocha, do laboratório de Energia Solar da UFC, disse que para aproveitar a oportunidade de ganho com pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, o sistema escolhido foi o Ciclo Rankine Orgânico, que tem o potencial de reduzir perdas de calor e, consequentemente, de energia. “No Brasil, até onde a gente sabe, não existe nenhuma planta que utilize”, acrescenta.

O ORC, a sigla em inglês do equipamento, é uma alternativa ao Ciclo Rankine padrão, que opera com temperatura mais alta. “O Orgânico se mostra interessante porque opera com menor calor, então consegue se adaptar em situações corriqueiras de rejeito de energia, que ocorrem muito na indústria”, compara Rocha. “Todo sistema de geração de energia elétrica com vapor, principalmente, precisa jogar calor para fora para funcionar. Isso que a gente chama de rejeito de calor. O ciclo alternativo vai viabilizar o seu aproveitamento. De alguma forma estamos conseguindo economizar recursos”, afirma.

Segundo Parente, a previsão é de que esse bloco de produção gere energia suficiente para alimentar as próprias instalações da Chesf, com a expectativa de atender inclusive ao local onde serão desenvolvidas as pesquisas do projeto- piloto. A viabilidade econômica da aplicação desse sistema também vai ser estudado no decorrer dos 40 meses de trabalho.

Da Agência Brasil

e-book

Livro dá dicas de arquitetura sustentável

Trabalho é resultado de 12 anos de atuação do autor no mercado imobiliário

Deivid Souza

O arquiteto Filipe Boni disponibilizou na internet um e-book com várias dicas para reduzir impactos ambientais e economizar na elaboração de projetos.

Disponível gratuitamente na internet, o guia “Como Realizar Arquitetura Sustentável” trata de temas como escolha da localização, eficiência energética, economiza de água, conforto ambiental e materiais entre outros tópicos.

O trabalho é resultado de 12 anos de atuação do autor no mercado imobiliário. Boni também é empreendedor digital e idealizador do UGREEN – Sustentabilidade e Alta Performance na Construção.

chuvas amazonia

Seca da Amazônia pode ser a pior da história

Levantamento do Inmet aponta que tem chovido muito menos que a média nos últimos meses na região

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) divulgou previsões assustadoras sobre o índice de chuvas previsto para a Amazônia nos próximos meses. Após análise de dados do período entre dezembro de 2015 e o primeiro semestre de 2016, o instituto acredita que esta pode registrar um recorde histórico.

As condições do fenômeno climático El Niño em 2015 e até meados de 2016 influenciaram o padrão das chuvas em grande parte do Brasil e no Mundo. Na Amazônia, a influência do fenômeno El Niño reduziu as chuvas durante a estação chuvosa de maneira severa, com chuvas observadas abaixo da climatologia em torno de 50% da normal. A redução tão significativa das chuvas na região não ocorria desde o ano de 2002.

As temperaturas da superfície do mar mais quente no Pacífico tropical (como observado durante o fenômeno El Niño) e no oceano Atlântico fez mudar os padrões de precipitação para a região amazônica, aumentando o risco de queimadas durante os meses secos.

Para os pesquisadores da Nasa (National Aeronautics and Space Administration), o ano de 2016, com as condições provocadas pelo El Niño, deverá ser muito mais seco do que em 2005 e 2010 (Anos de seca severa na Amazônia).

A Amazônia, pela falta de chuvas, está com menos umidade e as arvores se tornam mais vulneráveis às Queimadas. Com isso, um recorde de Queimadas é esperado para os próximos meses.

Monitoramento

Nos últimos 2 anos o Inmet registrou chuvas muito abaixo das normais climatológicas em quase todo o Brasil, em especial na Amazônia, conforme o mapa do Índice Precipitação Padronizada sobre severidade de SECA (Figura 1).

Deivid Souza com informações do Inmet

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Seminário discute Cerrado e sociedade civil

Encontro realizado no Ministério Público de Goiás (MPGO) discutiu papel da sociedade na preservação do meio ambiente

Com o objetivo de resgatar o papel desempenhado pelas organizações da sociedade civil na gestão das políticas públicas de proteção ao meio ambiente, o Ministério Público de Goiás (MPGO) e a Sociedade Ambientalista Brasileira no Cerrado (SABC) promoveram o Seminário I Integra Cerrado. O evento realizado no edifício-sede do MP, na quinta-feira (11), recebeu 45 participantes, a maior parte integrantes de organizações não governamentais (ONGs) e de órgãos públicos.

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do MP (Caoma), Suelena Carneiro Caetano Jayme destacou, durante sua fala, a necessidade de o MPGO contar, em suas ações, com o apoio e a força da sociedade civil, exemplificando com os casos de obras de grande impacto ambiental. “Nas audiências públicas de discussão desses projetos, é fundamental contar com a colaboração da comunidade para proteger o meio ambiente”, concluiu.

A presidente da SABC, Maísa Toledo, salientou que a preocupação da SABC, ao colocar esses temas em discussão, é diminuir a distância entre a teoria e a prática, estimulando uma atuação mais concreta da sociedade na gestão das políticas ambientais.

Apresentações

Durante o evento, houve um momento dedicado a apresentações de ONGs presentes ao avento, que compartilharam um pouco do trabalho por elas realizado. Assim, mostraram seus projetos as organizações Instituto Boitatá, Sociedade Amigos do Rio Crixás, Sociedade Ecológica Vale do Meio Ponte (Vale Verde), Sociedade Resíduos Zero, Associação de Produtores de Água do Ribeirão Abóbora (de Rio Verde) e Associação Proáguas.

Palestras 

O professor e pesquisador do Instituto do Trópico Subúmido da PUC Goiás Roberto Malheiros, palestrou sobre os aspectos biogeográficos que caracterizam e distinguem o bioma Cerrado e a importância de se levar em consideração os diferentes ambientes do bioma para que se possa protegê-lo de forma adequada.

O promotor de Justiça Marcelo Henrique dos Santos, titular da 9ª Promotoria de Anápolis e presidente da Associação Nacional de Procuradores e Promotores de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social (Profis), palestrou sobre aspectos gerais do terceiro setor voltados para a proteção ambiental.

Ao final do evento, foram debatidas e definidas propostas que vão constar do documento conclusivo do seminário, a Carta de Goiânia. Depois de aprovada a redação final, ela será encaminhada pelo MP-GO e pela SABC às autoridades competentes.

Editado do site do MPGO

 

pecuaria

Comissão pede vigilância sobre uso de antibióticos na cadeia de alimentos

Uso inadequado de medicamentos pode colocar em risco a saúde

Os 20 países da Comissão Pan-Americana de Inocuidade dos Alimentos (COPAIA) anunciaram na semana passada (20) seu apoio à vigilância, prevenção e controle do uso de antibióticos na cadeia de produção de alimentos, durante reunião realizada em Assunção, no Paraguai.

A COPAIA foi criada por ministros de saúde e da Agricultura de diversos países das Américas durante a Reunião Interamericana Ministerial em Saúde e Agricultura (RIMSA 12) em 2001 com o objetivo de enfrentar o aumento das doenças por transmissão alimentar, promover a ampliação do comércio mundial de alimentos e os avanços nas tecnologias de processamento.

Os países da comissão indicaram seu compromisso em facilitar a coordenação nacional intersetorial e interdisciplinar no tema, promover políticas de uso prudente dos antibióticos e melhorar sua capacidade de vigilância. Também se comprometeram a continuar conscientizando todos os interessados diretos no assunto.

As recomendações foram consideradas pelos ministros da Saúde e Agricultura que participaram da 17ª Reunião Interamericana Ministerial em Saúde e Agricultura (RIMSA 17) que ocorreu em Assunção na semana passada. Entre os participantes do evento estavam ministros da Saúde e Agricultura da região, assim como representantes de consumidores e produtores.

Outras linhas de ação incluem o fortalecimento dos sistemas de inocuidade dos alimentos, a formulação de políticas dirigidas para a modernização da inspeção de alimentos, além da promoção dos sistemas integrados para a vigilância das doenças transmitidas por alimentos.

O Centro Pan-Americano para a Febre Aftosa (PANAFTOSA) da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) está encarregado de organizar a COPAIA 7.

Na semana passada, a OPAS fez um apelo aos Estados-membros para que regulamentem o uso de antibióticos na pecuária. O objetivo é evitar que micróbios e bactérias desenvolvam resistência aos medicamentos — o que pode colocar em risco a saúde das pessoas.

A chefe da OPAS, Carissa F. Etienne, destacou na ocasião que combater o uso indiscriminado dessas substâncias pode trazer benefícios sociais e econômicos, “à medida que nossa região se transforme em sinônimo de produção de alimentos saudáveis”.

De acordo com a dirigente, muitos países já têm se interessado em promover essa imagem, estimulando o cultivo orgânico e a alimentação do gado bovino com pastagem natural.

Da ONU/ Foto: EBC