Tag: SOCIAL

onu-acordo ODS

ONU e governo brasileiro oficializam parceria pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

O coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil, Niky Fabiancic, e o ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antônio Imbassahy, assinaram nesta sexta-feira (7) um memorando de entendimento entre Nações Unidas no País e governo federal para marcar a cooperação para desenvolvimento, implementação e promoção de iniciativas que apoiem os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que fazem parte da Agenda 2030.

O memorando foi assinado no Palácio do Planalto, na primeira reunião da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, empossada na semana passada.

O coordenador-residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Niky Fabianic, ressaltou a satisfação em ser parceiro do Brasil nesse trabalho pelo desenvolvimento dos ODS. “Estou muito contente em firmar esse memorando entre o governo brasileiro e o Sistema ONU para apoiar a Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a trabalhar na construção de um País cada vez mais próspero, mais justo e solidário”, declarou.

“Fico muito feliz em participar dessa primeira reunião da Comissão Nacional porque ela representa um avanço muito relevante nessa caminhada coletiva para cumprirmos os objetivos e metas da Agenda 2030. O Brasil precisa dar esse bom exemplo e vem trabalhando com todo cuidado e dedicação. Por isso, acredito que vamos alcançar bons resultados”, disse Imbassahy.

Comissão

A Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável tem a finalidade de internalizar, difundir e dar transparência ao processo de implantação da Agenda 2030 no Brasil, voltada ao desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões — econômica, social, ambiental e institucional. A agenda faz parte de um Protocolo Internacional da Assembleia Geral da ONU, que define a estratégia mundial de desenvolvimento.

Sua composição é paritária, com oito representantes da área governamental, indicados pelos titulares dos respectivos órgãos, e com o mesmo número de membros provenientes da sociedade civil, definidos em processo de seleção pública.

Fazem parte da Comissão representantes dos ministérios do Planejamento Desenvolvimento e Gestão, Meio Ambiente, Relações Exteriores, Desenvolvimento Social, Secretaria de Governo da Presidência da República e Casa Civil da Presidência da República. A esfera estadual é representada pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais do Meio Ambiente (ABEMA) e os governos municipais pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

A sociedade civil é representada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Instituto ETHOS de Empresas e Responsabilidade Social, Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Visão Mundial e Fundação Abrinq pelos Direitos das Crianças e dos Adolescentes.

O assessoramento técnico será feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Secretaria Executiva da Comissão será exercida pela Secretaria Nacional de Articulação Social da Secretaria de Governo da Presidência da República.

Da ONU / Foto: Wilson Mendes/SeGov

Fica 2017-600

Fica 2017 tem programação variada

Festival terá 100 filmes em mostras diversas. Além de cinema, mesas redondas, mini-cursos e apresentações musicais são atrativos para público

Deivid Souza

 

Começa nesta terça-feira (20) e segue até domingo (25), na cidade de Goiás, na Região Norte do Estado, o 19º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2017). Na mostra principal, 25 filmes concorrem à premiação total de R$ 280 mil.

Além da mostra competitiva, em que serão apresentados os 25 filmes, sendo 15 estrangeiros e 10 ambientais, o evento têm várias exibições paralelas, shows, mesas redondas, oficinas e mini-cursos, entre outras atividades.

O tema do Fica 2017 é “Cidades sustentáveis: Os Desafios do Século XXI”. A escolha está relacionada ao fenômeno da urbanização e a falta de planejamento que tem resultado em graves problemas ambientais e sociais inter-relacionados.

Os filmes do festival, que é realizado pelo Governo de Goiás, tratam de temas variados. O público poderá acompanhar títulos como Tarja-Preta, que trata da cidade Itacuruba (PE), onde existe a maior incidência de casos de depressão no País. Do Irã, Roozegari Hamoun conta a história da secagem de um lago e as consequências para a população vizinha do manancial.

O principal local de exibição da mostra competitiva é o Cineteatro São Joaquim, que foi reformado e entregue à comunidade vilaboense no início de junho.

Duas mostras competitivas, também prometem agradar o público. A Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas promoverá exibições com premiação de R$ 130 mil. A empresa de saneamento de Goiás, Saneago, patrocina uma mostra sobre água. A premiação é de R$ 30 mil.

O Governo de Goiás também oferece premiação de R$ 130 mil para os 20 filmes que concorrem na Mostra da ABD – Cine Goiás e de R$ 30 mil na Mostra da Saneago.

Apesar dos shows musicais ainda atraírem boa parte do público, nos últimos anos a organização do Fica se preocupou em dar foco à mostra. Por este motivo, as apresentações musicais estão voltadas para atrações locais, embora o último artista a subir ao palco seja o sambista Diogo Nogueira.

Convidados

O Fica 2017 terá a presença da atriz Dira Paes, do jornalista André Trigueiro (Globo News), que vai lançar o livro Cidades e Soluções, e de grandes cineastas como José Luiz Villamarim, Eduardo Escorel, Manoel Rangel.  O tema Cidades Sustentáveis – Os Desafios do Século XXI será debatido em cinco mesas durante o Fórum Ambiental. O júri da Mostra Competitiva será composto apenas por mulheres, grandes profissionais como Ilda Santiago, Marília Rocha, Sandra Kogut, Dora Jobim e a norte-americana Michelle Stethenson.

Os vencedores do Fica 2017 devem ser conhecidos no final da manhã do domingo (25).

Acesse a programação completa no site do evento.

 

 

 

Fica 2017

Festival de cinema ambiental começa no próximo dia 20

Deivid Souza
A décima nona edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2017) será realizada entre os dias 20 e 25 de junho na cidade de Goiás. A mostra que se concretizou como uma das mais importantes no mundo, no segmento ambiental promove este ano uma reflexão sobre a qualidade de vida nos centros urbanos como o tema: Cidades Sustentáveis.

Como tem acontecido nos últimos anos, o Fica tem dado mais foco para o cinema, em detrimento das atrações artísticas. Em 2017 serão oito mostras de cinema e 25 filmes competindo só na oficial. O número de lugares e as horas de projeção, que  serão em DCP (Digital Cinema Package), foram ampliados.

Esse ano, a abertura do Fica será com o filme Caminho do Mar, dos diretores Bebeto Abrantes e Juliana Albuquerque. O filme faz sua estreia mundial e sua primeira exibição será na cidade de Goiás. A produção fala sobre o Paraíba do Sul, um rio desconhecido e estratégico para o Brasil.

Césio 137

Além da Mostra Competitiva, Mostra ABD Cine Goiás, Mostra Paralela e Fica Animado, Mostra Infantil de Filmes com Áudio Descrição ( inclusiva) e da Mostra da UEG, a programação terá uma mostra especial sobre a água em parceria com a Saneago, e a Mostra Uranium, em memória dos 30 anos do acidente com o Césio 137.

O Fica 2017 terá a presença da atriz Dira Paes, do jornalista André Trigueiro (Globo News), que vai lançar o livro Cidades e Soluções, e de grandes cineastas e ambientalistas. O júri da Mostra Competitiva será composto apenas por mulheres,  grandes profissionais como Ilda Santiago, Marília Rocha, Sandra Kogut, Dora Jobim e a norte-americana Michelle Stethenson.​

O Fica é promovido pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce).

horta-urbana

Parques de Goiânia terão hortas comunitárias

Programa da Prefeitura da Capital visa incentivar o cultivo de alimentos em espaços urbanos de lazer e também nos lotes baldios

Deivid Souza / Fotos: Jackson Rodrigues – Secom Goiânia

Pelo menos 15 parques de Goiânia devem ter hortas comunitárias implantadas. A ideia da Prefeitura é que o cultivo nos parques sirva de incentivo para que moradores da capital criem novos espaços de produção de alimentos.

Os lotes baldios estão no alvo da Prefeitura. Goiânia tem mais de 130 mil deles, que são geradores de problemas para a população e a administração do município. Os espaços servem para acumular lixo, criadouros de mosquitos e outros insetos, mato, e por aí vai, uma série inconvenientes. Mas o que é dor de cabeça, pode se tornar solução se uma inciativa da administração municipal se desenvolver: o Programa Horta Para Todos.

Para instalação das hortas urbanas, podem ser utilizadas áreas públicas e lotes baldios. De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec), que desenvolve o programa, os interessados podem pedir autorização à pasta para instalar os espaços de cultivo nas áreas públicas. No caso dos lotes baldios, a negociação deve ser feita diretamente entre quem deseja usar o espaço e o proprietário.

O diretor de Abastecimento e Agricultura Familiar, Rodrigo Miranda Ribeiro, explica que após a escolha do local, uma equipe da Prefeitura vai até o local para fazer a análise do solo. Se for necessária correção, a pasta tem condições de dar o suporte, caso seja inviável o cultivo no local proposto, outro espaço deve ser escolhido.

”Os produtos gerados dentro do Programa Horta Para Todos podem ser distribuídos entre quem cultiva ou mesmo comercializados, inclusive, a Prefeitura de Goiânia pode até comprar esses alimentos”, acrescenta Ribeiro.

horta-urbana II
Alunos participam de curso de hortas comunitárias ao lado do Paço Municipal

O programa, que é realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), inclui também: oferta de curso de cultivo, com duração de três dias; suporte técnico; doação de mudas e apoio administrativo. Para tal, foi construída uma horta-modelo em frente ao Paço Municipal.

Para ter o apoio, os agricultores precisam se comprometer a não utilizar agrotóxicos, todo manejo deve ser feito de maneira orgânica nas hortas comunitárias.

Projeto

Para dar incentivo aos proprietários de lotes baldios, a administração municipal pretende enviar à Câmara de Vereadores um projeto de lei que conceda desconto para quem autorizar o uso social dos lotes.

Inscrições:

Os interessados devem efetivar a inscrição presencialmente na própria Diretoria de Abastecimento e Agricultura Familiar, localizada na Avenida do Cerrado, nº 999, Park Lozandes, Bloco B, sede da Sedetec.

WhatsApp Image 2017-03-30 at 18.04.37

Canal Sustentável integra Rede de Monitoramento Cidadão

Editor do site, Deivid Souza, vai atuar em grupo estratégico de instituição que visa contribuir para melhoria da qualidade de vida em Goiânia

 

Um evento técnico marcou a formalização da Rede de Monitoramento Cidadão (RMC) Goiânia na manhã desta quinta-feira (30), na sede do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Goiânia. O Canal Sustentável é um dos parceiros da instituição.

O Grupo Executivo (GE), que compõe a primeira linha do organograma, é formado por representantes do setor produtivo, academia e sociedade civil. Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (ACIEG), Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) e Observatório Social (OS), que estão representados respectivamente por Allan Máximo de Holanda, Ms. Antônio Pasqualetto e Nathália Yoshimura. O Canal Sustentável, representado pelo editor Deivid Souza, vai integrar o Grupo Estratégico, juntamente com Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) e Sebrae.

A rede, como o Canal Sustentável adiantou no dia 22/3, é um dos eixos do Programa Cidades Emergentes e Sustentáveis do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e é composta por organizações da sociedade civil, iniciativa privada, meios de comunicação e academia, entre outros.

A instituição foi criada para qualificar o debate sobre qualidade de vida. A ideia é que ela produza indicadores para monitorar políticas públicas, acompanhar o desenvolvimento urbano e ainda proponha soluções para a cidade. Os indicadores tratam de diversos temas como mobilidade, trânsito, segurança pública e saúde, entre outros.

Assembleia define representantes da RMC Goiânia e delibera sobre estatuto
Assembleia define representantes da RMC Goiânia e delibera sobre estatuto

Próximos passos

O coordenador nacional do projeto de implantação das Redes de Monitoramento, Fernando Penedo, disse estar contente com a resposta das instituições e afirmou que de agora em diante a Rede tem muito trabalho pela frente.

“Nós vamos agora construir um conjunto de indicadores para levantar os dados da cidade, e aliás, essa é uma pauta que já está acontecendo com 137 indicadores. Posteriormente, vamos abrir uma chamada pública à sociedade para quem quiser atuar nesse grupo de trabalho. A ideia é que até o meio do ano nós tenhamos os resultados apurados”, explica Penedo.

Desafio

Para o presidente eleito da RMC Goiânia, Allan Máximo de Holanda, a equipe de trabalho que foi montada está à altura dos desafios que terá pela frente. “É com extrema alegria e sabedor que teremos uma batalha grande pela frente para contribuir com os entes públicos e privados. A ajuda e necessária, é uma organização de organizações. Nós montamos um time muito competitivo e qualificado com as academias, setor produtivo e setor produtivo para as execuções desse projeto”, acredita o presidente.

A Rede que atuará em Goiânia e em outras quatro capitais brasileiras. Na América Latina e Caribe são 71 cidades aplicando a metodologia do BID.

A metodologia CES foi criada em 2010 e focada em cidades médias e de crescimento acelerado na América Latina e Caribe e, até o presente momento, já foi executada em 71 cidades do continente. Além de Goiânia, outras quatro capitais brasileiras sediarão as redes de monitoramento cidadão: Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Palmas (TO) e Vitória (ES), com apoio financeiro do Fundo Socioambiental da Caixa.

Foto: Polly de Castro

microjardinagem

Crianças aprendem técnicas de microjardinagem

Oficina realizada em Curitiba desperta para relacionamento com meio ambiente

O trabalho com a terra é uma forma de se conectar com a natureza. O resgate desses valores foi foco de uma aula de microjardinagem oferecida pela Oficina Verde na sexta-feira (20), em Curitiba-PR.

Gestores ambientais voluntários ensinaram técnicas de plantio em pequenos vasos. Com a participação de crianças e adultos, a oficina aconteceu na praça da Capela Santa Maria, palco da Oficina Verde, que tem programação até o dia 27. “O microjardim é uma forma de se conectar ao mundo natural e observar o desenvolvimento de uma planta. Em um pequeno espaço pode se ter um grande número de plantas”, explicou a gestora Iracema Bernardes.

O encantamento das crianças com a atividade também serviu de motivação para os pais. A maestrina Priscila Prueter levou os dois filhos, Thiago e Gabriel, para a vivência. “A geração deles é muito ligada à tecnologia. Se não estivéssemos aqui, eles provavelmente estariam no computador. Por isso é importante levar esse conhecimento para casa e multiplicá-lo”.

Thiago, de 11 anos, explicou o que ele vivenciou na oficina. “Eu peguei um vaso reciclável, coloquei pedra, areia e terra e depois coloquei as plantinhas”. O irmão, Gabriel, de 7 anos, gostou muito da aula e até ganhou um novo animal de estimação. “No meu vaso veio até uma minhoca!”, brincou.

Sílvia Rosler de Souza é consultora ambiental e professora universitária e levou a filha Beatriz, de 4 anos. “Quando era criança, minha mãe me ensinou a lidar com as plantas. Agora quero passar essa experiência para minha filha”, revelou.

Sempre realizada no mês de janeiro, a Oficina Verde abre o calendário anual de eventos do Programa de Conscientização Ambiental Nós e o Meio Ambiente, uma ação permanente da Prefeitura de Curitiba. O objetivo é sensibilizar e conscientizar a população sobre a necessidade da contribuição de todos para diminuir os aspectos negativos do impacto ambiental.

Nesta segunda-feira (23), acontece Oficina de Ervas Aromáticas, Temperos e Hortaliças, com o Mago Jardineiro, às 14h (para crianças) e 16h (para adultos).

Da Prefeitura de Curitiba / Foto: Divulgação