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Rede de monitoramento cidadão

Rede vai monitorar sustentabilidade em Goiânia

Capital é uma das escolhidas no País para integrar projeto com metodologia do Banco Interamericano de Desenvolvimento com rede de monitoramento cidadão

Deivid Souza com assessoria / Foto: Prefeitura de Goiânia – Divulgação

A capital de Goiás terá, a partir da quinta-feira (30) uma rede de monitoramento cidadão. Goiânia é uma das cinco cidades escolhidas no Brasil para integrar a iniciativa que trabalha com metodologia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), apoio financeiro do Fundo Socioambiental da CAIXA (FSA/CAIXA) e execução da agência Baobá – Práticas Sustentáveis. A função da rede é acompanhar o desenvolvimento de temas que impactam na vida dos cidadãos. Também cabe a ela a promover o envolvimento dos cidadãos e o incentivo a práticas sustentáveis nas esferas pública e privada.

A rede é um dos eixos do Programa Cidades Emergentes e Sustentáveis do BID e será composta por organizações da sociedade civil, iniciativa privada, meios de comunicação e academia. A organização visa ainda a produção de indicadores e a criação de ferramentas para divulgação dos índices por meio de site e aplicativo.

A Assembleia Geral de Constituição da rede ocorrerá no dia 30 de março, às 9h, na sede do SEBRAE, em Goiânia, e a sessão solene de apresentação para a sociedade às 19h30min, no mesmo local.

Para realizar o trabalho de acompanhamento dos temas da cidade, a Rede de Monitoramento irá trabalhar com uma lista de 137 indicadores distribuídos em diferentes áreas como segurança, energia, mobilidade, competitividade da economia, desigualdade urbana e uso do solo. “Com a formação e operação da rede de monitoramento, os cidadãos ganham dados confiáveis gerados a partir da análise técnica em assuntos de sustentabilidade urbana e poderão observar o que está sendo feito na construção de uma cidade sustentável”, acrescenta o coordenador nacional do projeto na Baobá.

Complemento

Para a especialista sênior em Desenvolvimento Urbano e Saneamento e coordenadora do Programa CES no Brasil, Márcia Casseb, a fundação das redes de monitoramento é uma etapa fundamental para a evolução e consolidação do Programa no país. “Buscamos construir um processo orgânico, coletivo, e que se somasse aos esforços de movimentos já empreendidos nas cidades do Programa. A partir das redes de monitoramento, esperamos aproveitar o esforço empreendido durante as fases do Programa que culminaram no lançamento do Plano de Ação e contribuir para o fortalecimento uma cultura de transparência, de participação dos cidadãos, debate público qualificado e de rendição de contas nas cidades brasileiras”, acrescenta.

O diretor de Serviços de Governo da Caixa, Roberto Barros Barreto, considera que a parceira da Caixa com o BID na CES reafirma o compromisso do banco para a promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável do país. “As redes de monitoramento cidadão objetivam proporcionar a participação do cidadão, por meio de representantes da sociedade civil organizada, no monitoramento de indicadores de sustentabilidade urbana nas cidades beneficiadas com o Programa Cidades Emergentes e Sustentáveis – CES. Com isso, busca-se incentivar a construção da cidadania e uma maior transparência na gestão municipal”, pontua.

Compartilhamento

A metodologia CES foi criada em 2010 e focada em cidades médias e de crescimento acelerado na América Latina e Caribe e, até o presente momento, já foi executada em 71 cidades do continente. Além de Goiânia, outras quatro capitais brasileiras sediarão as redes de monitoramento cidadão: Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Palmas (TO) e Vitória (ES), com apoio financeiro do Fundo Socioambiental da Caixa.

Goiânia tem um  Plano de Ação Goiânia Sustentável que pode ser acessado clicando aqui.

Plantio de Organicos - Sao Domingos - Rio Grande do Sul - Brasil -  Ministerio do Desenvolvimento Agrario. Foto: Tamires Kopp

Popularização de orgânicos esbarra em falta de produtos

 

Apesar deste mercado estar em franca expansão, nem todos os públicos têm acesso aos alimentos mais saudáveis

Deivid Souza

Os alimentos orgânicos que colorem os pratos do restaurante da empresária Giovanna Shintome de Faria, no Jardim América em Goiânia, são produzidos nos arredores de Goiânia. Ela e o esposo se esmeram para manter os produtos no cardápio do empreendimento que completou dois anos recentemente.

No início o casal teve dificuldades para encontrar os produtos a um preço que fosse sustentável para o Por Você Saudável. A barreira transposta pela empresária exemplifica bem as oportunidades para produção de orgânicos no Brasil.

O ritmo de crescimento da produção é significativo e a área plantada no Brasil deve ter um novo recorde este ano. Em 2016 foram 750 mil hectares plantados, principalmente na agricultura familiar, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Além de empreendimentos como o restaurante de Giovanna, o público consumidor de orgânicos é formado por pessoas como a dona de casa Mariana França que optou por uma alimentação baseada em produtos naturais e apostou nos orgânicos para melhorar a saúde.

Ela conta que aproximadamente há um ano abandonou os industrializados. Com as escolhas se livrou das dores decorrentes de uma artrite que insistia em provocar dores. “Eu fiz tudo sem orientação médica, buscando informações na internet mesmo, parei de usar os remédios que eram muito fortes e estou bem melhor”, conta.

Na casa de Mariana os orgânicos também alimentam os filhos e o esposo. Para ela, a mudança também trouxe mais prazer à mesa. “Hoje eu sinto muito mais o sabor das frutas e verduras. O sabor de uma laranja orgânica é muito bom, é muito mais doce que uma convencional”, compara.

Giovanna conta que a clientela adotou o restaurante em função do preço acessível, mas avalia que tem crescido o número de pessoas que dão preferência a seu empreendimento por se tratar de alimentação saudável. “Nós temos consciência que exercemos um papel social importante. O orgânico é mais consumido nas classes ‘A’ e ‘B’ e quanto mais pessoas tiverem consciência das vantagens dos orgânicos mais pessoas vão consumir, esse mercado deve crescer e os preços possivelmente devem cair”, avalia.

Sustentabilidade

O papel social a que Giovanna se refere está relacionado à sustentabilidade. Os agricultores familiares representam uma parcela de 75% do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos (CNPO). As pequenas propriedades permitem um acesso mais direto como consumidor final, eliminando expressivos processos de transporte que fazem com que alimentos cruzem o País em caminhos com alto consumo energético e emissão de poluentes.

17 ODS

Conheça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A ONU divulgou vídeo sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

No dia 1º de janeiro de 2016, a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável entrou em vigor em todo o planeta. O documento contém 17 objetivos e 169 metas que deverão ser cumpridas pelos Estado-membros da ONU ao longo dos próximos 14 anos. Os compromissos assumidos pela comunidade internacional substituem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujo período de vigência se encerrou em 2015.

17 ODS

 

 

 

 

1 Erradicação da pobreza

2 Fome zero e agricultura sustentável

3 Saúde e bem-estar

4 Educação de qualidade

5 Igualdade de gênero

6 Água potável e saneamento

7 Energia limpa e acessível

8 Trabalho decente e crescimento econômico

9 Indústria, inovação e infraestrutura

10 Redução das desigualdades

11 Cidades e comunidades sustentáveis

12 Consumo e produção responsáveis

13 Ação contra a mudança climática global do clima

14 Vida na água

15 Vida terrestre

16 Paz, justiça e instituições eficazes

17 Parcerias e meios de implementação

Acesse lista completa de metas clicando aqui.

sustentabilidade-negócio

Sustentabilidade abre oportunidade para novos modelos de negócio em 2017

Momento tem espaço para desenvolvimento de empresas consolidadas e também para criação de novos modelos de serviços que tratem da sustentabilidade

Deivid Souza / Foto: EBC

A sustentabilidade vem influenciando os negócios há um bom tempo. No Brasil, o ano de 2016, marcado pela forte recessão, fez os empreendedores buscarem mais fortemente maneiras de equilibrar as contas para sobreviver. Para 2017 e os próximos anos os especialistas defendem que essa tendência tende a se asseverar cada vez mais, ou seja, é um caminho sem volta.

Se por um lado há a necessidade de se reinventar, por outro, as transformações abrem oportunidades para empresas e profissionais. Para os negócios já em atividade, 2017 deve ser um ano de otimizar recursos, reestruturar processos e redesenhar a missão da empresa. Isso abre oportunidade para organizações, que eventualmente não estejam no mercado, mas que possam contribuir com o aprimoramento de negócios.

O Estudo de Tendências e Oportunidades de Negócios em Goiás, elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), listou 18 macrotendências em 2016. Consumo consciente e sustentabilidade é uma delas. Neste segmento, logística reversa, consultorias para certificação, soluções sustentáveis, comércio justo e produtos e serviços ligados à preservação do meio ambiente despontaram como campos de atuação promissores. O estudo apurou que existe demanda de mercado para brechó, carpintaria verde, coleta e reciclagem de resíduos, organização de eventos carbono neutro e produção de bijóias, por exemplo.

A gerente de Gestão Estratégica do Sebrae-GO, Camilla Carvalho Costa, afirma que além desses modelos de negócios voltados à sustentabilidade há um movimento em busca da racionalização dos recursos empresariais que procura equilibrar preservação ambiental, economia e responsabilidade social. E isso, diz ela, se aplica a todos os ramos da economia. A gerente explica, no entanto, que é preciso se preparar para as mudanças.

“O primeiro movimento deve ser o de conhecer a demanda, fazer um diagnóstico para saber qual é a lacuna de mercado, quais são os pontos básicos e desenvolver soluções. Também é importante saber que este é um capital importante e que deve ser exposto à sociedade”, orienta Camilla.

A especialista conta que às vezes microempresários desconhecem como funcionam os processos de aprimoramento para a sustentabilidade. “Alguns pensam que é caro, que os resultados vão demorar, mas quando eles veem, por exemplo, a economia de água e a redução de outros custos, há uma assimilação melhor da proposta”, exemplifica Camila.

As iniciativas que visam à sustentabilidade corporativa devem se tornar mais fortes nos próximos anos. A entrada em vigência do Acordo de Paris e o aumento da consciência do consumidor sobre o assunto vão provocar cobranças constantes daqui em diante.

Sustentabilidade

A última pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) sobre consumo consciente revelou que os brasileiros dão nota média de 8,8 para a importância do tema, mas em contrapartida, apenas dois (21,8%) em cada dez brasileiros podem ser considerados consumidores plenamente conscientes, sinal de um processo de transformação à vista.

A mudança de perfil fica visível quando é observado outro levantamento. Em um intervalo de dois anos, a pesquisa Rumo à sociedade do bem-estar do Instituto Akatu apurou que saltou de 14% para 24% o interesse da população brasileira sobre consumo consciente.

O consultor Jhon Elkington, autor de Canibais com Garfo e Faca (Makron Books, 88,80 reais) defende que este é o momento de reformar a gestão das organizações e implantar o modelo de governança corporativa, marcado pelo equilíbrio das três forças da sustentabilidade – meio ambiente, economia e sociedade -, foco na finalidade do negócio e relacionamento com os stakeholders – públicos de interesse.

Mercado de trabalho

As transformações nas empresas vão exigir profissionais alinhados com os objetivos das organizações, principalmente no atendimento à necessidade de equilibrar os três botões da sustentabilidade: meio ambiente, economia e sociedade. A coach e psicóloga organizacional, Catarina Portugal, explica que isso faz com que o colaborador precise entender o negócio em um sentido amplo, buscando maior conexão social, flexibilidade e adaptação à dinâmica organizacional.

“É a questão do propósito. Tem muito a ver no modo como o profissional pretende transformar o contexto social em que ele atua”, explica.

A rapidez das mudanças no mundo tem feito com que profissionais estudem para atuar em profissões que ainda nem existem. O Mapa do Trabalho Industrial 2017-2020, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) lista uma série de funções que ainda não existem, mas que terão demanda nos próximos três anos. Um exemplo é o profissional de tutor de curiosidade, que deve oferecer inspiração e conteúdo para despertar a curiosidade de quem o contrata.

O preparo técnico é importante, mas diante das mudanças tão rápidas, as empresas têm valorizado cada vez mais as competências comportamentais. “A competência técnica é mais facilmente aprendida do que a competência comportamental. Então, é mais conveniente eu treinar alguém que está alinhado com o perfil e os objetivos da empresa”, defende a especialista.

retrospectiva-2016

Retrospectiva 2016

Confira alguns fatos sobre a sustentabilidade em 2016 na retrospectiva do Canal Sustentável

janeiro

Para Nasa, 2015 foi o ano mais quente da história

A média da temperatura global em 2015 foi a mais alta já registrada desde o início da medição das temperaturas na superfície da Terra, em 1880. A informação foi divulgada no dia 20 de janeiro de 2016 pela Nasa e confirmada pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que chegaram a essa conclusão em estudos independentes.

 

fevereiro

Projeto é lançado em Goiânia para diminuir geração de resíduos

Foi lançado em fevereiro o “Residência Resíduo Zero Goiânia”. A iniciativa consiste em selecionar 100 famílias para serem acompanhadas por técnicos que vão orientar os participantes a reduzirem o volume de lixo. Os participantes recebem um kit de compostagem para transformar resíduos orgânicos em adubo.

 

março

Aneel determina menos burocracia para energia renovável

A entrada em vigor, no 1º de março de 2016, da resolução normativa número 687 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem objetivo de facilitar a instalação de homologação da geração doméstica. Estes sistemas foram regulamentados no Brasil em 2012 pela resolução normativa 482. Leia notícia completa clicando aqui.

 

abril

Mudanças climáticas ameaçam saúde pública

O governo dos Estados Unidos publicou no dia 5 de abril os resultados de um estudo que conclui que as alterações climáticas terão efeitos nocivos na saúde pública da população nas próximas décadas.

Desenvolvido durante três anos por órgãos federais, o estudo mostra que no verão de 2030 serão registradas cerca de 11 mil mortes, em comparação com os números atuais, por causa do “calor extremo”, e que em 2100 o número de mortes devido às altas temperaturas chegará a 27 mil, caso não seja feito um esforço “acelerado” para conter as alterações climáticas. Leia notícia completa clicando aqui.

 

maio

Câmara discute diesel para carros leves

A liberação do diesel para carros leves esteve em pauta na Comissão Especial sobre Motores a Diesel para Veículos Leves da Câmara Federal. O retrocesso ainda ronda o País. Pela medida, o PL 1013/11, libera a fabricação e comercialização de veículos automotores leves movidos a óleo diesel, de uso rodoviário, em todo o território nacional. Notícia completa aqui.

 

junho

Preço de combustíveis fósseis ameaçam energias renováveis

Usar fontes renováveis de energia é fundamental para conter as emissões de gases do efeito estufa, mas só pensar em novas tecnologias e em políticas públicas para sua adoção não é suficiente. Segundo pesquisa publicada na versão online da revista “Nature, o preço dos combustíveis fósseis precisa colaborar.

 

julho

Fica discute produção de alimentos no Cerrado

A XVIII edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica), na Cidade de Goiás, que fica a 148 quilômetros de Goiânia, na Região Noroeste do Estado, discutiu em 2016 a produção de alimentos e a conservação do Cerrado. Notícia completa aqui.

 

agosto

Novas espécies de plantas no Cerrado

A Universidade Federal de Goiás (UFG) descobriu duas novas espécies de plantas. Nomeadas de Bacharis sp. novae e Neojobertia alboaurantiaca, as novas variedades foram encontradas no Sudoeste Goiano, durante o trabalho de campo de uma equipe de pesquisadores da Regional Jataí. Veja fotos e mais informações aqui.

 

setembro

Brasil busca desenvolvimento de energia solar inovadora

Um sistema de energia solar inédito no Brasil, que está sendo estudado como alternativa às hidrelétricas, pode ser implantado no semiárido pernambucano, no município de Petrolina, a partir deste ano. Com a ajuda de um instituto alemão, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e a Universidade Federal do Ceará (UFC) pretendem construir um projeto-piloto na cidade para testar a tecnologia heliotérmica que, ao contrário dos equipamentos solares já usados no país, pode armanezar energia para ser usada, inclusive à noite. Veja notícia completa aqui.

 

outubro

Taxa de crescimento de veículos é maior que de pessoas em Goiânia

Reportagem especial do Canal Sustentável demonstrou como a cultura do carro prejudica cidadãos afetando meio do meio ambiente, saúde e finanças.

O número de veículos nas ruas de Goiânia aumenta a uma taxa superior à da população. O crescimento amarra a velocidade dos deslocamentos, mas acelera a poluição do ar e a violência no trânsito. No ano de 2015 a taxa de incremento da população foi de 1,25%, enquanto a quantidade de carros, motocicletas e caminhões cresceu 1,55%. A população estimada de Goiânia atualmente é de 1.448.369 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os veículos somam 1.163.121 unidades e para cada novo morador que nasce ou chega a Goiânia quase um carro é colocado nas ruas. Leia notícia completa clicando aqui.

 

novembro

Acordo do Clima entra em vigor

O Acordo de Paris, mais conhecido como acordo do clima, contra a mudança do clima entrou em vigor no dia 4 de novembro de 2016. Todos os países que o ratificaram têm a tarefa de estabilizar o aquecimento global em bem menos de 2oC em relação à era pré-industrial e fazer esforços para limitá-lo a 1,5oC. Saiba mais clicando aqui.

 

dezembro

Cerrado tem 307 espécies ameaçadas de extinção

Os dados do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, divulgado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) apurou que 307 espécies do Cerrado correm risco de desaparecer. Outras 123 espécies endêmicas no Bioma correm o mesmo risco. Leia notícia completa clicando aqui.

Por Canal Sustentável

bicicleta compartilhada

Bicicleta compartilhada funciona dia 20 em Goiânia

Serviço terá valores que variam entre R$ 5 e R$ 70 de acordo com o tipo de contratação. Primeira etapa terá 150 bikes

Deivid Souza / Foto: Divulgação

O sistema de bicicletas públicas compartilhadas de Goiânia começa a funcionar na próxima terça-feira (20). A inauguração do Projeto De Bike está prevista para as 9 horas, na Praça do Bandeirante, onde vai funcionar uma das estações (veja lista completa abaixo).

Para utilizar o serviço, o usuário precisa baixar o aplicativo DeBike ou acessar o site do serviço de mesmo nome, realizar o cadastro e escolher a forma de contratação (diária, mensal, semestral ou anual), depois é preciso selecionar o número da estação e da bicicleta desejada. “O veículo é automaticamente liberado e pronto para ser utilizado pelo período de 60 minutos em dias úteis e 90 minutos aos domingos e feriados”, esclarece o diretor técnico da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Sávio Afonso.

O modal deve ser devolvido no limite do horário estipulado, dependendo do dia da semana (1h ou 1h30) e, para próximo aluguel, é necessário esperar um intervalo de 15 minutos. O serviço vai funcionar entre 6h e 22h todos os dias. O valor a ser pago varia entre R$ 4 e R$ 70, dependendo do tipo de contratação. Se houver atraso na devolução da bicicleta o usuário terá de pagar uma multa de R$ 5.

A empresa Serttel Ltda venceu o edital de chamamento público lançado em agosto deste ano para implantação do sistema de bicicleta compartilhada na capital. O termo de autorização para o funcionamento do serviço de bicicleta compartilhada foi assinado em outubro.

Pesquisa

Dados da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) apontam que 4% dos moradores da capital utilizam a bicicleta para deslocamento. O índice é de 6% na Região Metropolitana de Goiânia. A malha cicloviária da capital é de aproximadamente 100 quilômetros.

 

Número e localização das estações
1. Paranaíba: Canteiro central da Avenida Goiás, próximo ao Mercado Aberto da Paranaíba, esquina com a Avenida Paranaíba
2. Bandeirante: Canteiro central da Avenida Goiás, em frente ao Monumento Bandeirante, esquina com a Avenida Anhanguera
3. Praça Universitária: Estacionamento no anel interno da Praça Universitária, próximo ao Museu da Pontifícia Universidade Católica de Goiás – esquina com a Avenida Universitária
4. Praça Cívica: Em frente ao Museu de Arte de Goiânia, esquina com a Avenida Universitária
5. Buritis: Alameda Buritis, em frente ao Bosque dos Buritis, esquina com a Rua Gercina Borges
6. Praça Tamandaré: Rua 07, oposto ao Banco Bradesco, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand
7. Lago das Rosas: Avenida Assis Chateaubriand, no canteiro central, oposto ao Posto Ipiranga, esquina com a Rua T-07
8. Unimed: Rua T-07, na Praça Gilson Alves de Souza, esquina com a Rua T-01
9. Praça do Sol: Rua R-09, na Praça do Sol, oposto ao Cartório Índio Artiaga, esquina com a Rua João de Abreu
10. Bougainville: Rua 09, em frente ao Shopping Bougainville, esquina com a Rua 36
11. Marista: Rua 15, oposto ao Centro de Diagnóstico em Radiologia, esquina com a Rua T-55
12. Areião: Avenida Americano do Brasil, em frente ao Parque Areião, esquina com a Rua 135
13. Ricardo Paranhos: Canteiro central da Alameda Ricardo Paranhos, oposto ao Restaurante Paim Grill, esquina com a Rua 1128
14. Vaca Brava: Parque Vaca Brava, na Avenida T-03, oposto à Galeria Pátio do Lago, esquina com a Avenida T-10
15. T-63: Rotatória da S-01, embaixo do Viaduto João Alves de Queiroz, próximo ao Posto Ale, esquina com a T-63